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Saiba como o Ramadã afeta os cristãos em Burkina Faso e ore por nossos irmãos e mulçumanos



Nessa segunda-feira (12), teve início o mês de jejum dos islâmicos, chamado de Ramadã. Neste período, muçulmanos de todo o mundo jejuam do nascer até o pôr-do-sol todos os dias até 11 de maio.

O Ramadã é um dos cinco pilares do islamismo e é obrigatório para todos os seus seguidores. O jejum inclui a abstenção, durante o dia, de comida, bebida (inclusive água), relações sexuais, entre outras restrições.

A data islâmica afeta os cristãos perseguidos em países de maioria muçulmana, como Burkina Faso. Durante o mês do Ramadã, existe a possibilidade da pressão e perseguição religiosa, já sofrida pelos cristãos, aumentem durante este período.

No Ramadã, os muçulmanos de todo o mundo se conectam e se sentem mais unidos. Este sentimento dá espaço para o sentimento de exclusividade religiosa, em que todos os que não praticam o islã são vistos como infiéis, e em casos mais extremos, passíveis de punição.

Em um país islâmico, a maioria muçulmana considera inaceitável não muçulmanos comerem, enquanto eles jejuam.

A Missão Portas Abertas, uma organização que serve a Igreja Perseguida, está convocando os cristãos do mundo todo a orar pela proteção dos irmãos em países de perseguição islâmica, que podem ser perseguidos durante o Ramadã. A organização também pede que orações pelos muçulmanos sejam feitas, para que Jesus se revele a eles através de visões, sonhos, milagres e testemunhos de crentes neste período.

Burkina Faso é um país de maioria mulçumana e, apesar de ser uma nação democrática e de sua constituição garantir liberdade religiosa, a população islâmica tem se radicalizado e grupos extremistas tem ganhado força no país. Nesse contexto, Burkina Faso está na 32° posição na Lista de países perseguidos do Portas Abertas de 2020, classificando o país na janela 10X40, a região no mundo mais fechada para o evangelho.

Facebook: Nessa semana teve início o mês de jejum dos islâmicos, chamado de Ramadã. Ore pela proteção dos cristãos em Burkina Faso e em outros países de maioria muçulmana, que podem ser perseguidos durante o Ramadã.


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